Câmara de Paulista debate turismo, aprova projeto do Executivo e analisa proposta sobre regularização fundiária.
A sessão ordinária realizada nesta terça-feira (24), na Câmara Municipal de Paulista, foi marcada por debates voltados ao desenvolvimento urbano, organização administrativa e demandas sociais do município. Os nove parlamentares que compõem o Poder Legislativo Municipal estiveram presentes.
A reunião contou ainda com a participação do suplente de vereador João Bosco, que utilizou a tribuna para apresentar propostas e sugestões direcionadas aos poderes Legislativo e Executivo.
Entre as pautas defendidas pelo suplente, destacaram-se a necessidade de maior atenção ao segmento do turismo local, especialmente nas áreas do Rio Piranhas, além da possível duplicação da passagem molhada Padre Solon, obra considerada estratégica para a mobilidade da população. Também foi mencionada a possibilidade de realocação do matadouro público municipal, atualmente situado em área urbana e cercado por residências. As indicações apresentadas foram bem recebidas pelos parlamentares de ambas as bancadas.
Durante a sessão, o plenário apreciou matérias constantes na pauta legislativa, incluindo ofícios, requerimentos e projetos de lei. Em destaque, foi aprovado o Projeto de Lei nº 001/2026, de autoria do Poder Executivo Municipal. A proposta trata da atualização da estrutura administrativa do município, contemplando adequações organizacionais, criação de novas secretarias e atualização salarial de cargos estratégicos, como diretores e vice-diretores das escolas e creches municipais, além da reestruturação de funções vinculadas à Secretaria Municipal de Assistência Social. A matéria foi aprovada por seis votos favoráveis e três contrários.
A Mesa Diretora também recebeu o Projeto de Indicação nº 001/2026, de autoria do vereador José Pedro Dantas de Oliveira. A proposição solicita a realização de audiência pública para discutir a redução da taxa de regularização fundiária atualmente cobrada pela Paróquia São José. Na justificativa, o parlamentar argumenta que o percentual vigente, de 23%, é considerado elevado para grande parte dos moradores, defendendo a construção de alternativas que viabilizem maior acesso à legalização dos imóveis.